quinta-feira, 2 de julho de 2015

Jaguadarte

Era briluz. As lesmolisas touvas
roldavam e reviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.

"Foge do Jaguadarte, o que não morre!
Garra que agarra, bocarra que urra!
Foge da ave Fefel, meu filho, e corre
Do frumioso Babassura!"

Ele arrancou sua espada vorpal
e foi atras do inimigo do Homundo.
Na árvore Tamtam ele afinal
Parou, um dia, sonilundo.

E enquanto estava em sussustada sesta,
Chegou o Jaguadarte, olho de fogo,
Sorrelfiflando atraves da floresta,
E borbulia um riso louco!

Um dois! Um, dois! Sua espada mavorta
Vai-vem, vem-vai, para tras, para diante!
Cabeca fere, corta e, fera morta,
Ei-lo que volta galunfante.

"Pois entao tu mataste o Jaguadarte!
Vem aos meus braços, homenino meu!
Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!"
Ele se ria jubileu.

Era briluz.As lesmolisas touvas
Roldavam e relviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,

E os momirratos davam grilvos.

Texto de Teste

Esse é um texto exclusivo para testar o layout do blog. Pare de lê-lo. Não há nada nesse texto. Na verdade nem nesse blog. Sério. Está em fase de construção e testes. Feche essa aba, ou procure outro blog. Ainda não há nada para ler aqui. De fato haverá, mas não agora. É um blog sobre livros. Provavelmente haverão resenhas e comentários sobre adaptações de livros. Por que você está lendo? Já disse que ainda não está pronto! Deixe de ser curioso e apressado. Vá dá uma volta e volte daqui a alguns dias. Até Mais!